:: Vaidade ::

(3 Dez 2014)

“Os indícios são fortíssimos, as provas são consistentes e todo o processo foi descrito com clareza. “

Sim. A comunicação social indica isso. Mas não a justiça.

A justiça ainda procura que a história esteja condizente com a estória.

Onde está a acusação pá?

Bem sei… A acusação fica para quando se arranjarem provas, plantarem provas, inventarem provas.

Temos um preso político. Há muitas pessoas ainda sem certezas. Mas temos um preso político. E quando mais pessoas perceberem, pelo tempo que passa e provas nenhumas, de que a extrema direita não é um partido, mas sim um pilar de uma democracia violada pelo ocultar das intenções… Aí, nesse momento, não haverá pilar que não se derrube, não há super homem que se esconda na cabine, não há charlatão que passe por boa pessoa.

Estareis, por ventura, convencidos do sucesso desta iniciativa.

Com a classe política metade amedrontada pelo medo dos crimes cometidos, e a outra metade com medo até da liberdade de nenhuma incúria cometida, estareis convencidos de que vai ser fácil levar este povo para trás, para o tempo do “sr doutor por favor!”.
Mas mais cedo que tarde, acaba-vos o sopro desperdiçado de vida.

Tendes nome e vaidade. E isso, por si só, já garantiu o vosso último dia…”

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